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Clássicos do Trip-Hop: Mezzanine

Artista: Massive Attack Data de lançamento:  20 de abril de  1998    Para o desentendido, e desde já, Trip Hop é um estilo musical cuja génese consta do contexto cultural de Bristol, uma cidade no sul da Inglaterra, nas décadas de 80 e 90. É resultado de uma amálgama de elementos pertencentes a vários géneros, entre os quais Hip Hop, Jazz e R&B. Na mixórdia cultural de Bristol estes elementos confluem trazendo à tona um grupo de seu nome Massive Attack, então constituído por três membros mas, atualmente constituído por Robert del Naja, também conhecido por 3D, e por Grantly Marshall, ou Daddy G. Em 1991 chega então aos ouvidos do ouvinte a primeira gema da banda, Blue Lines , um clássico do género, notório pelo seu vanguardismo e, essencialmente pelos arrepios que fornece ao ser ouvido.    Avancemos então para 1998. Após a ascensão e valorização do trip-hop na estratificação da arte contemporânea, os Massive Attack demonstram, dest...

Clássicos do Trip-Hop: Maxinquaye

  Artista: Tricky                                                                                                                                          Data de lançamento: 20 de fevereiro de 1995

Clássicos do Trip-Hop: Dummy

Artista: Portishead Data de lançamento:  22 de agosto de   1994

Pedidos: After Laughter/Dua Lipa

Banda: Paramore Data de lançamento: 12 de maio de 2017   

Everything Now

  Banda: Arcade Fire Data de lançamento: 28 de julho de 2017

Pure Comedy

Artista: Father John Misty Data de lançamento: 7 de abril de 2017

Guia para ouvir: Björk (parte II)

Parte I aqui Medúlla (2004)        Se acharam que a Björk é uma artista irreverente e experimental ainda não ouviram metade, porque em 2004 chega Medúlla , um verdadeiro álbum avant-garde, experimental da cabeça ao pés. Björk foca-se no instrumento mais poderoso, a voz, e daí cria Medúlla , composto quase por completo por vozes e arranjos a cappella, com apenas um sintetizador em Who Is It , piano em Ancestors , e gongo em Pleasure is All Mine . Medúlla é simplesmente um álbum à Björk, e é por isso que não é tão bom para quem ainda está a entrar no universo da artista islandesa; é sim para quem já está familiarizado e sabe que dela pode esperar de tudo. O álbum pode parecer estranho durante as primeiras vezes que se ouve, mas com o tempo vemos que tudo começa a fazer sentido: os bonitos arranjos vocais destacam-se e pequenos pormenores fazem-se notar; entretanto, o poder de músicas Desired Constellation e Mouth's Cradle fazem-se mostrar: a primeira com...